Paz queridos,
Achei esta postagem muito boa e digna que ser divulgada.
“Ide, pois, às saídas dos caminhos, e convidai para as bodas a todos os que encontrardes”. Mateus 22:9.
“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”. Marcos 16:15.
A ordem veio direto do autor dos evangelhos: “Ide”. O evangelho pregado pelos apóstolos era totalmente desgarrado de entidades religiosas, uma vez que a igreja erguida por Jesus Cristo – concomitantemente com seu corpo erguido pela trave vertical da cruz – não tinha nome (Razão Social ou Fantasia).
Uma simples leitura do Novo Testamento nos mostra o que, por arrogância, alguns religiosos insistem em não enxergar: A mensagem era sempre a mesma, Jesus Cristo. Aleluia! Não tinha erro: A mensagem era Jesus, logo, o poder dEle era manifestado; o nome do Senhor era invocado e, consequentemente, o Espírito do Senhor acrescentava à igreja aqueles que se haviam de salvar.
Jesus Cristo nunca ensinou seus discípulos a saírem em defesa de uma entidade constituída em Cartório e de fato eles aprenderam direitinho, conforme se lê em no livro dos Atos dos Apóstolos. Diante do exposto acima, pergunta-se: Porque pregam mais em defesa da entidade religiosa constituída em cartório do que a Jesus Cristo, que foi morto, que ressuscitou e voltará?
Estou seguro que esta pergunta não há de incomodar os que trabalham em prol da pregação do evangelho, mas, nada posso dizer da reação dos defensores de Razão Social.
O problema da propagação dos costumes de certa igreja no lugar do evangelho não é isolado. Os problemas surgem em efeito cascata, erros consequentes de erros. Quem prega que a salvação esta direta ou indiretamente atrelada a certa denominação religiosa, consciente ou inconscientemente menospreza a realização do trabalho realizado por outros cristãos e, consciente ou inconscientemente perde o foco de anunciar as boas novas.
E não para por aí. As tragédias consequentes do sectarismo vêm logo a seguir: vidas sedentas são convocadas a extensivas e exaustivas reuniões e seminários e, em razão do desvio do foco (Jesus – a fonte de águas vivas), retornam aos seus lares ainda sedentos, porém, encharcados de uma mensagem feita aos gritos em prol da denominação a que pertencem;
E mais tragédias: um evangelho parcial sendo pregado aos que ainda não conhecem o Filho de Deus. A confusão na mente dos receptores é certa: Qual Jesus deve seguir? O do sábado? O do lenço? O da “Obra”? O do...? O da...? E aí vem o nome de Jesus sempre acompanhado de um costume ou doutrina exclusiva de alguma denominação.
O evangelho tornou-se motivo de chacota por ser pregado de diferentes formas. É loucura que pessoas com o mesmo propósito – herdar a vida eterna – estejam em guerra umas com as outras. Deixamos de guerrear contra a iniquidade e o pecado para guerrearmos contra as “palmas ou sem palmas”, “sentados ou de pé”, “em silêncio ou em alta voz”. Uma guerra sem sentido. Em nome das igrejas, os cristãos deixaram de ser um povo unido – como era a igreja primitiva – e passaram a ser um povo arrogante, inimigos um dos outros, mais interessados com o rótulo do que com o amor, não só ao próximo, mas, também para com os que nos odeiam. Aquele que discordar desse pensamento risque da Bíblia os versículo 43 e 44, do capítulo 5 do evangelho segundo Mateus.
“Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus”.
Quando a preocupação com os outros pregadores surgiu na mente dos que andavam com Jesus, logo foram repreendidos, pelo próprio Jesus, que lhes disse:
“E, respondendo João, disse: Mestre, vimos um que em teu nome expulsava os demônios, e lho proibimos, porque não te segue conosco. E Jesus lhes disse: Não o proibais, porque quem não é contra nós é por nós”. Lucas 9: 49 e 50.
A preocupação maior de Paulo também era de pregar o evangelho de Cristo, e não com os pregadores do evangelho de Cristo:
“Uns, na verdade, anunciam a Cristo por contenção, não puramente, julgando acrescentar aflição às minhas prisões. Mas outros, por amor, sabendo que fui posto para defesa do evangelho. Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento ou em verdade, nisto me regozijo, e me regozijarei ainda”. Filipenses 1: 16 a 18.
Duas perguntas que você, leitor crente em Jesus Cristo, deve fazer a si mesmo: Estou mais preocupado em falar de Jesus para o mundo ou em defender a igreja em que frequento? A igreja em que frequento prioriza o evangelho ensinado por Cristo (amar ao Senhor de todo o coração, amar ao próximo e ao distante, buscar em primeiro lugar o Reino, pregar o evangelho a toda criatura, NÃO JULGAR MEU PRÓXIMO) ou prioriza a defesa da Razão da Social?
Bom seria se deixássemos nossas diferenças e pregássemos o evangelho pleno, e enfim, nos uníssemos contra o pecado e não contra o pecador. Cristãos unidos contra o sectarismo, contra a frieza espiritual, a venda de bênçãos, o paganismo, a libertinagem (e não a liberdade), a bruxaria, as sociedades secretas (evangelho é pregado em alta voz – Mateus 10:27), a nova era, a arrogância, a violência, a prostituição, a pornografia, a pedofilia, a maldade e principalmente, contra o nosso “eu”.
O evangelho acima de nossas diferenças já! Jesus Cristo ressurreto acima da teologia e das diversas denominações. Não se sinta intimidado em falar de Jesus caro leitor. Não se sinta impedido de falar de Jesus somente nos horários de culto em sua igreja ou somente em nome de sua igreja. Fale de Jesus em alta voz, cantando, escrevendo, digitando, pessoalmente ou por satélite, e até mesmo em sites e blogs (não caia na conversa que todo aquele que usa dos meios virtuais para propagar o evangelho são vadios – a igreja que diz isso e possui um site na web é hipócrita).
Não desperdice a liberdade alcançada através de Cristo Jesus!
Fonte:http://soislivres.blogspot.com/2011/02/o-evangelho-acima-das-nossas-diferencas.html
Fonte:http://soislivres.blogspot.com/2011/02/o-evangelho-acima-das-nossas-diferencas.html

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